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Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2018
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Publicado em 13/11/18, às 17:29

Suor e mau cheiro

O calor já está aí e é hora de falarmos sobre um tema chato, que causa muito desconforto em quem tem que conviver com ele. É a bromidrose, quando homens e mulheres, de qualquer idade, geralmente após a adolescência, passam a apresentar um cheiro forte no suor. O suor é até normal, mas o mau cheiro não; caracteriza uma proliferação bacteriana no local.

Nós temos dois tipos de glândulas de suor pelo corpo. As écrinas e as apócrinas. As primeiras, que estão presentes em todo o corpo, são responsáveis pelo controle da nossa temperatura, e secretam apenas água e alguns minerais que não se decompõem e, por isso, não produzem cheiro. As segundas, entretanto, são encontradas apenas em alguns locais, como nas axilas, ao redor dos mamilos, região genital, couro cabeludo e pés. Secretam o suor através dos folículos dos pelos e, além de água e minerais, secretam restos de células e do metabolismo que podem gerar o cheiro ruim quando sofrem ação de fungos e bactérias presentes nessas regiões.

Com o calor, em especial o da cidade do aço, e o aumento do suor, o cheiro tende a ficar mais acentuado, e incomoda a todos. Mas, se você tem esse problema, não se desespere: existem tratamentos com bons resultados. Em primeiro lugar deve-se caprichar na higiene do local afetado para restringir a proliferação dos micro-organismos. O uso de desodorantes que controlem a quantidade de suor também é importante.

Além disso, um dermatologista, após avaliar seu caso, pode indicar tratamentos com medicações tópicas ou orais para o controle das bactérias e fungos, com aplicação de toxina botulínica, laser e também tratamento cirúrgico.

Dicas importantes:

 

Maitê Vieira Bahia é Médica com pós-graduação em Dermatologia, CRM 52.85624-0 Atende no Atende no Hospital das Clínicas (24) 2102-0088 e no Centro de Saúde Renascer – telefone (24) 3348-1098. Confira meu perfil no Instagram: @dramaitebahia

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