Jornal Aqui - Volta Redonda - Barra Mansa

Segunda-Feira, 16 de Setembro de 2019
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Publicado em 02/09/19, às 09:48

Falando grosso

Em entrevista ao programa Fato Popular na manhã de terça, 27, o prefeito Samuca Silva estava feliz da vida. Sua felicidade só não era maior do que a que ostentava no dia em que ficou sabendo que tinha vencido as eleições para o Palácio 17 de Julho. A diferença está no fato de que, diferentemente de 2016, agora ele não foi pego de surpresa. “Estou imensamente feliz. O que eram 10 vagas (abertas) por dia agora são 14”, explicou, referindo-se aos números revelados pelo Caged, mostrando que Volta Redonda continua à frente das demais cidades fluminenses na geração de empregos. “Mais uma vez Volta Redonda está na liderança da geração do emprego na região”, disparou. “Nós abrimos exatamente 4.382 vagas só em 2019”, frisou.
Não satisfeito, Samuca disse a Betinho Albertassi que o bom resultado é fruto da política que foi obrigado a assumir quando soube do resultado das urnas, em 2016. “Foi um trabalho árduo. Rompemos com o paradigma de que Volta Redonda não tinha área, não tinha empresas. Tem sim, tanto que estamos trazendo empresas para a cidade. Obviamente que é um trabalho incansável”, ponderou, aproveitando para comparar a situação como um todo. “Mesmo que a economia nacional e estadual não melhore, Volta Redonda está fazendo seu esforço”, avaliou. “Enquanto ficarmos discutindo problemas que não importam para o povo brasileiro, o Brasil não vai decolar”, completou, demonstrando que sua posição teria a ver com as discussões sobre as queimadas da Amazônia, entre outras.
Voltando às próprias raízes, o prefeito de Volta Redonda, que não era o favorito para vencer as eleições de 2016, e venceu, destaca o momento atual que enfrenta nas ruas. “Nosso trabalho é trazer empresas e gerar empregos. É aumentar a arrecadação. É dar dignidade ao povo. Eu sou muito cobrado nas ruas e ouço: “ô prefeito, o que você está fazendo?””. Ou: “ô prefeito, o que não está fazendo”, pontuou, para ele mesmo responder: “Temos que saber se comunicar com o povo”, destacou. “É fato que estamos trazendo empresas para reter os nossos jovens aqui mesmo, para reter as nossas mulheres. Estamos dando empregabilidade para que possam depender menos do Estado e do Município, dos nossos programas sociais”, frisou.
Um dos exemplos citados por Samuca que reflete a dependência foi o do Restaurante Popular, reaberto no seu governo. “O restaurante popular atende mais de 3 mil pessoas, mas não dá (para as pessoas) para ficar dependendo do restaurante popular para se alimentar. E por isso buscamos a dignidade”, destacou, relem-brando a situação que enfrentou no início do seu mandato. “Nós encontramos um programa de endividamento absurdo e tivemos que aumentar a capacidade de arrecadação para que o povo pudesse ter investimentos na área da saúde e educação. Não existe mágica. Fico feliz do Ministério da Economia estar reconhecendo, através de dados do Caged, que Volta Redonda é líder de empregos do estado do Rio de Janeiro”, pontuou.

Obras
Na semana passada, Samuca enviou uma mensagem à Câmara pedindo autorização para contrair um empréstimo de R$ 80 milhões para investir em infraestrutura. Espera, é claro, gerar novos empregos. “Esses R$ 80 milhões não são para o Samuca; são para a cidade. O vereador que ficar contra (o empréstimo) 80 milhões de reais de investimentos em infraestrutura é contra a cidade”, disparou, ao ser provocado pelo jornalista de que a mensagem poderia não ser aprovada. “Eu tenho certeza que a base de vereadores (do governo, grifo nosso) vai votar a favor”, crê.
Apesar do otimismo, Samuca mostra que está preparado para reagir. “Me mandaram um discurso de um vereador de oposição que foi à Tribuna (da Câmara) para falar que eu vou fazer política com esse recurso. Ora, se ele tá pensando em politicagem, que vote contra e será cobrado pela população. Quem acha que Volta Redonda está com asfalto bom? Eu não acho. Concordo com a população que há buracos. Só que o que eu tenho é recurso pra tapar buracos, com asfalto frio. A cada chuva o buraco volta. O que é que eu fiz? Fui atrás de recursos, dos R$ 80 milhões para recapeamento asfál-tico”, comparou. “Se com um endividamento absurdo de R$ 1 bilhão e 700 mil eu consegui R$ 80 milhões de crédito, isso é gestão. Nós fomos eleitos pra quê?”, ironiza, mandando recados, é claro. “Nós não temos dinheiro para investir em infraestrutura”, dispara.
Samuca foi além. Conta que, desde que assumiu, passou a correr atrás de recursos para tocar as obras necessárias. “Estou há dois anos negociando com a Caixa Econômica e com o governo Federal. Eu precisava ter crédito e negociei esse limite como se fosse um cheque especial, um empréstimo com carência de dois anos e parcelado em 10 anos”, detalhou, mostrando que Volta Redonda, em 2020, tem tudo para virar um canteiro de obras.

Luz
Na entrevista à Rádio 88, Samuca surpreendeu aos ouvintes quando elogiou Lela, que já foi candidato a vereador e era ligado ao grupo do ex-prefeito Neto. O servidor é responsável pelo setor de iluminação pública e, segundo o prefeito, irá trocar, caso o empréstimo seja aprovado pela Câmara, todas as lâmpadas da cidade do aço. “O Lela trabalha incansavelmente, é um campeão porque, assim como eu, ele quer a cidade limpa, e acesa”, disse, lembrando que as lâmpadas são caras. “A cada vendaval queima tudo e nós temos que ficar correndo. Vamos trocar todas por LED, todas”, prometeu. “É uma lâmpada mais barata”, completou, lembrando que o Palácio 17 de Julho tem uma conta mensal de R$ 4 milhões a ser paga à Light. “Que eu não posso atrasar, porque já aconteceu de o Palácio 17 de Julho ficar sem luz quando a light cortou a energia por falta de pagamento”.
Ao encerrar, Samuca voltou a fazer carga pela aprovação do empréstimo. “Com esse recurso poderemos resolver essa questão de iluminação de uma vez por todas. LED é mais barata, dura mais; é mais econômica e fica acesa. Então, quem não aprovar os 80 milhões é contra Volta Redonda. Vai colocar a politicagem à frente da cidade. Eu não tô colocando a política à frente. Não tenho secretário indicado por partido político, e não escolho meus secretários pela cor da política. Tem pessoas que continuaram do governo anterior até hoje, o Lela é uma prova disso, e tá aqui recebendo publicamente meu elogio, por quê? Porque ele não coloca política à frente na cidade, ele coloca a cidade. Então, tá na hora da gente pensar menos nas eleições do ano que vem e falar efetivamente do que queremos para nossa cidade”. Para um bom entendedor…

“Mutirão do Emprego (II)”

Empregos – Na quinta, 29, os voltarredondenses devem ter estranhado a entrevista de Samuca Silva a Dário de Paula. É que ele estava impossível, falando pelos cotovelos. Começou pela geração de empregos. “Não é milagre”, resumiu, referindo-se aos dados que confirmam a liderança de Volta Redonda na geração de empregos em todo o estado do Rio. “Emprego não nasce em árvore”, sentenciou. Ele está certo. Nasce no chão da fábrica. É que a cidade do aço está à frente de todo mundo graças, entre outras e principalmente, à reforma do Alto-Forno 3 da CSN, que obrigou as ‘terceirizadas’ a contratar milhares de operários para trabalhar na Usina Presidente Vargas.

Polo – Sobre o fato de Wilson Witzel não ter assinado, como previsto, o decreto concedendo incentivos fiscais para várias empresas se instalarem em Volta Redonda, Samuca contemporizou. “O governador está empenhado em melhorar o ambiente do Rio de Janeiro. Eu confio muito no trabalho dele e de sua equipe. Tenho certeza que alguma coisa aconteceu internamente, mas em breve isso (incentivos) vai ocorrer, porque isso é emprego na veia”, pontuou. “Vai trazer recursos, valor agregado à cadeia do aço e não vai beneficiar só Volta Redonda, vai beneficiar todo o estado do Rio. Em breve, isso vai ocorrer”, reiterou.

Mutirão (I) – Samuca garante estar fazendo a sua parte na questão da geração de empregos. “Nós estamos fazendo obras de infraestrutura, preparando as áreas para ter essas empresas em rápida escala”, destacou, anunciando ter feito levantamento da energia elétrica necessária para ver se Volta Redonda teria capacidade de ter novas empresas. “Fizemos avaliação de terrenos, da topografia, das sondagens, fizemos e pedimos obras de rotatórias na entrada da cidade, tudo isso visando esse planejamento estratégico”, garantiu. “Tudo em nome do emprego”, destacou.

Mutirão (II) – Na entrevista, o prefeito voltou a falar do Mutirão do Emprego. “Volto a solicitar ao nosso cidadão que procure o ‘Na hora’ para cadastrar o currículo. Vem aí o Mutirão do Emprego II e estou desafiando o Joselito (secretário) a fazer o segundo mutirão”, anunciou. “Na próxima edição vamos corrigir o que deu errado na primeira”, disse, informando que sua equipe já está atrás dos empregos (nas empresas) para oferecer ao cidadão. “A prefeitura faz sua parte, mas ela não contrata. Quem contrata é o empregador privado (como a CSN). Nós só fazemos a intermediação desses empregos”, disparou, reconhecendo a importância das empresas para a vida da cidade do aço.

 

Ameaças de atentados

Medo (I) – Samuca estava tão à vontade no programa Dário de Paula que, pela primeira vez, falou abertamente sobre estar andando com seguranças, ao ser indagado pelo jornalista se ele não tinha medo de mexer em vespeiros, como o da intervenção das linhas de ônibus da Viação Sul Fluminense. “Prefeito, não tem medo não?”, perguntou Dário. Veja a resposta de Samuca: “Dário, medo todos nós temos porque desde o início da humanidade o dinheiro faz com que as pessoas percam a cabeça. Obviamente que tomo os cuidados, reforço a questão pessoal da minha família, a minha, enfim, mas não posso olhar pra isso”, argumentou.

Medo (II) – Ainda sobre a possibilidade de sofrer algum atentado, como Dário ressaltou, Samuca não deixou por menos: “Eu fui eleito para me dedicar para quem mais precisa, que é de onde eu vim, da comunidade, da periferia, de quem sempre usou o transporte público. Eu não sou da alta sociedade, eu não tenho amigos e não janto em lugares chiques. Eu faço meu churrasquinho de fim de semana com quem sempre esteve comigo e há anos. Essa é a coerência da minha trajetória. Essa questão da Sul Fluminense, eu quero alertar a população, não vai ser tarefa fácil. O mar está tranquilo, mas ele vai ficar mais agitado”, prevê.

 

“Dívidas da CSN”

CSN (I) – Provocado por um ouvinte, Dário cutucou a onça com vara curta e perguntou a Samuca por que, ao invés de pedir empréstimo, ele não cobra os valores que a CSN deve ao Palácio 17 de Julho. “Ninguém aguenta pagar mais impostos. Até porque eu não tenho poder de legislar em nível federal. Quem sabe um dia se papai do céu me abençoar, eu chego à presidência da República? Por enquanto, eu sou o prefeito e não consigo fazer (dar concessões). Se não fosse a CSN pagando seus impostos, a prefeitura não teria como sobreviver. Nem teria como pagar a folha de pagamento, porque efetivamente ela contribui com quase R$ 100 milhões na nossa arrecadação total”, anunciou.

CSN (II) – A resposta surpreendeu Dário e este logo perguntou: “A CSN não deve ao município?” “Hoje a prefeitura deve mais à CSN do que a CSN deve à prefeitura”, revelou Samuca, anunciando que seriam R$ 300 milhões. O motivo, segundo ele, seria fruto de decisões judiciais que teriam sido tomadas baseadas em ações que o Palácio 17 de Julho teria movido contra a CSN. “Houve um prefeito aqui que mudou a forma, por decreto, de cobrar os impostos da CSN”, disse, referindo-se, logicamente, a Neto.

CSN (III) – “Ele (Neto) alterou a legislação por decreto e a CSN ganhou na justiça, porque ninguém (a prefeitura) pode legislar sobre matéria tributária. Por decreto e por brigas históricas, burras, Volta Redonda perdeu investimentos e empregos. Perdeu dinheiro. Hoje, em virtude de uma demanda judicial, a prefeitura tem que pagar à CSN. Já foi sentenciada a pagar”, lamentou, garantindo que a saída foi procurar a direção da siderúrgica para negociar o pagamento da milionária dívida. “Nós estamos negociando um parcelamento dessa dívida. Se a CSN não topar, ela quebra Volta Redonda. Por erros de gestores do passado”, desabafou, insistindo em não falar a quem se referia. “Não vale nem falar o nome dele” disparou. “Mas ele ficou muito tempo no poder. Por conta pessoal, legislou contra a CSN, o que é uma burrice sem tamanho”, avaliou.

CSN (IV) – É claro que, ao mesmo tempo em que reconhece o valor da siderúrgica, Samuca disse a Dário de Paula que tem responsabilidades e que não cede a tudo o que a empresa pede. “A CSN investiu na reformulação da fábrica, assinou um pacto de R$ 300 milhões, manteve a empregabilidade em crise, e agora atrai o polo metalomecânico. Obviamente que temos que cobrar dela as responsabilidades ambientais”, pontuou. “Volta Redonda nasceu após a CSN, então o bom senso tem que prevalecer. Nós temos que cobrar. Estamos cobrando da siderúrgica o impacto positivo contra o efeito negativo da poluição. Nós estamos cobrando, mas não vamos resolver um passivo ambiental que não foi cobrado há 20 anos em apenas 2 anos”, comparou, de forma sarcástica.

CSN (V) – Ironizando a sugestão de esquecer o empréstimo e cobrar a dívida da CSN, Samuca afirmou a Dário de Paula que está aberto a sugestões. “Estou à disposição para discutir soluções, mas a CSN não é o problema da cidade”, disse, em tom de desabafo. “O problema são as gestões ineficientes do passado, que culminam com o pagamento dessa conta. Esse é o mal que fizeram pra essa cidade. Volta Redonda está doente por dentro e precisa de muitos remédios para que não morra sob ponto de vista de gestão pública financeira. É um trabalho invisível. Se não fosse a gestão pública desses dois anos, nós já teríamos fechado hospitais, cortado direito dos trabalhadores e servidores.

 

Concorrência da Sul Fluminense

Concorrência (I) – A fala de Samuca passou a seguir para a questão da licitação das 31 linhas da Viação Sul Fluminense, que está marcada, como o aQui noticiou com exclusividade, para o próximo dia 17 de setembro. “A primeira guerra, o primeiro vendaval no mar, passou quando eu decretei a anulação do contrato que existia desse 1980 com a Sul Fluminense porque ela quebrou o contrato original”, pontuou. “Fui para a justiça e ganhei o direito de fazer a licitação”, completou.

Concorrência (II) – Certo de que sua decisão de fazer a concorrência será questionada na Justiça, o que o aQui também já noticiou, o prefeito foi além. “Obviamente que virão novos atores querendo contestar o edital de licitação. Nós não podemos antecipar qualquer medida judicial porque não houve qualquer demanda judicial, mas eu quero falar para a população que eu estou com ela. Ninguém aguenta mais esse transporte ruim que quebra toda hora, é um desrespeito com os trabalhadores, com quem mais precisa”, comparou.

Concorrência (III) – Samuca não engoliu, por exemplo, o uso dos motoristas e trocadores por parte dos empresários para pressioná-lo a não intervir nas 31 linhas da Sul Fluminense. “Infelizmente usaram os trabalhadores para fins políticos. O edital fala que todos os trabalhadores devem ser absorvidos pela futura empresa e isso tem que ser rápido porque as demissões estão ocorrendo atualmente com a intervenção (Judicial) que está lá. A licitação tem que ser rápida para que menos pessoas sejam desligadas da Sul Fluminense antes da nova empresa assumir”, avaliou.

Concorrência (IV) – Samuca prometeu acompanhar toda a movimentação dos empresários da Sul Fluminense. “Estou vigiando esse processo. O Tribunal de Contas está analisando o edital, mas até agora não se manifestou. No dia 17 de setembro vou usar todos os meios jurídicos para garantir o direito do cidadão de ter um transporte digno e até dezembro de ter novos ônibus rodando na cidade porque o povo de Volta Redonda merece um transporte melhor”, pontuou.

 

“Circular 15 foi um sucesso!”

Circular 15 (I) – Como o tema era transporte público, Samuca falou sobre a mudança na linha Circular 15, que desde a semana passada também está sendo atendida por ônibus da Viação Elite. E o que é melhor, até o final do Retiro. “É um sucesso”, analisou Samuca. “As pessoas estão querendo que chegue até outros bairros, mas eu não posso fazer isso agora porque afeta a licitação (dos ônibus)”, explicou. “Tudo que nós fizermos agora será um paliativo para amenizar o cotidiano do cidadão”, destacou, lembrando que ‘qualquer medida paliativa pode ser retirada’. “Isso vai ser avaliado em momento oportuno”, prometeu.

Circular 15 (II) – Reiterando o acerto da medida de permitir que os ônibus da Elite circulem até a Praça Cafezal, no final do Retiro, Samuca revelou que autorizou mudanças em outras linhas. “Não foi só na linha da Sul Fluminense não, de outras empresas também. Mas (o impacto) é maior porque essa (do Retiro) tem o maior numero de pessoas circulando”, avaliou. “Outros bairros querem, mas temos que ter calma até o dia 17 de setembro. O pior já foi feito, que é a licitação. O edital está em análise, não foi suspenso”, lembrou.

Samucão (I) – Repetindo o que disse a Betinho Albertassi, Samuca falou sobre a nova linha do Samucão (ônibus elétrico) a partir de segunda, 2. “É um teste. Vamos interligar o Retiro e o Aterrado à região do Park Sul, passando pela rotatória (do Portal da Saudade, grifo nosso) e parando em frente ao shopping. Depois interliga com a Amaral Peixoto e retorna ao Aterrado e Retiro”, detalhou, garantindo que o ônibus elétrico “não irá até a Vila”.

Samucão (II) – Indagado por que razão o ‘Samucão’ não iria passar pela Vila, Samuca disse que sua intenção é não prejudicar os lojistas do bairro e do Sider Shopping. “Ele não vai na Vila porque nós não podemos prejudicar um centro comercial em relação ao outro”, disse. “O shopping (Park Sul) representa uma Amaral Peixoto, um Retiro, porque tem várias lojas, mas a Vila tem que ser preservada. Nós temos que colocar aos empreendedores da Vila que isso não vai afetar (a eles). Um não interfere no outro, pelo contrário. Nós queremos fazer o maior centro comercial da América Latina em Volta Redonda”, exagerou, fazendo um adendo: “Quem quiser fazer integração de uma linha para outra vai conseguir fazer de graça. O cidadão vai conseguir sair do Park Sul até a Vila, mas com integração (pegando outro Samucão). Direto ele não vai conseguir nesse momento”, alertou.

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