Jornal Aqui - Volta Redonda - Barra Mansa

Terça-Feira, 12 de Dezembro de 2017
0
Publicado em 29/05/17, às 11:01

Dr. Google

size_960_16_9_remedios193 - Cópia

Quando você sente dor ou mal estar, qual a primeira coisa que faz? Para 68% dos brasileiros a resposta é simples: automedicação. Uma pesquisa realizada pela NZN Intelligence, plataforma de pesquisa e inteligência da NZN, um dos principais players em soluções para publicidade e comunicação do mercado, traçou o perfil do brasileiro que se automedica.

De acordo com o levantamento, a autome-dicação é uma realidade entre os brasileiros, que cada vez mais contam com a internet para procurar sintomas de doenças e nomes de medicamentos. O levantamento aponta que 37% dos brasileiros procuram os sintomas na internet (pelo Google, na maioria das vezes, grifo nosso) quando se sentem mal. Segundo o Ministério da Saúde quase 60 mil internações causadas por automedi-cação foram registradas no Brasil entre 2009 e 2014.

A pesquisa ainda destacou os tipos de medicamentos mais utilizados entre os brasileiros: Os medicamentos mais consumidos por conta própria são os analgésicos (88%), os anti-inflamatórios (67%) e os antiácidos (48%). Por outro lado, os menos consumidos são os medicamentos homeopáticos (7%), os controlados (5%) e aqueles para emagrecer (5%).
O que você faz quando se sente mal?

Perguntados sobre as medidas tomadas quando tem algum problema de saúde (com múltiplas respostas permitidas), os pesquisados responderam que suas principais atitudes são procurar os sintomas na internet (37%), conversar com amigos ou familiares (31%) e utilizar medidas caseiras como chás (26%). Enquanto isso, apenas 16% das pessoas disseram que vão à farmácia e 14% afirmaram que vão ao médico, mostrando que existe uma preferência entre os pesquisados por tentar resolver seus problemas de saúde por conta própria.

O que mais as pessoas fazem além de procurar os sintomas na internet?
Entre as pessoas que afirmaram recorrer à internet para pesquisar sobre os sintomas quando se sentem mal, quase 19% afirmaram que também conversam com amigos e familiares e 18% disseram que utilizam medidas caseiras. Novamente, ir à farmácia ou ao médico, foram as opções menos escolhidas, com 10% e 12,2% respectivamente:
Tipos de medicamentos consumidos por conta própria

As pessoas que afirmaram se automedicar responderam a uma questão sobre quais tipos de medicamentos elas já haviam consumido por conta própria, a qual aceitava múltiplas respostas. Oitenta e oito por cento dos pesquisados afirmaram que costumam tomar analgésicos, enquanto 67% responderam que tomam anti-inflamatórios. Podemos observar que, entre os medicamentos menos consumidos por conta própria, estão os controlados (Rivotril, Sibutamina e Prozac, por exemplo) e os remédios para emagrecer, duas categorias que são vendidas sob prescrição e com retenção de receita. Apesar disso, os antibióticos, que também são vendidos sob as mesmas regras, foram citados por 24% dos pesquisados – talvez porque a Resolução RDC 44, que determinou as restrições da venda, tenha entrado em vigor somente em outubro de 2010.
Sobre a NZN

A NZN é uma das principais plataformas para soluções em publicidade e comunicação. Atuando em 5 frentes independentes (NZN Brand Studio, NZN Intelligence, NZN Social, NZN Media e NZN Content), a empresa tem como objetivo se tornar a principal parceira das agências e marcas, ao entregar serviços exclusivos, e que ajudam no planejamento e execução das campanhas e projetos. Além disso, somos responsáveis por sites como o TecMundo, TecMundo Games, Baixaki, Mega Curioso, Minha Série e Click Jogos.

Os textos e as fotografias veiculadas nas páginas do aQui se encontram protegidos por direitos autorais, sendo vedada sua reprodução total ou parcial para finalidades comerciais, publicitárias ou qualquer outra, sem prévia e expressa autorização de Jornal Aqui Regional. Em hipótese alguma o usuário adquirirá quaisquer direitos sobre os mesmos. E no caso de utilização indevida, o usuário assumirá todas as responsabilidades de caráter civil e/ou criminal.