Jornal Aqui - Volta Redonda - Barra Mansa

Terça-Feira, 26 de Março de 2019
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Publicado em 07/01/19, às 08:32

Correndo contra o tempo

Este é o timaço da AA Barbará, time campeão do Rio de Janeiro em 1972. Colaborou Canário.

Em pé da esquerda para a direita: José Ramos, Mizuca, Jota, Nena, Gether, Wilson e Mirandinha. Agachados: Clebinho, Luizinho, Miltão, Calazans e Valdenir.

Correndo contra o tempo

As tumultuadas eleições para a presidência do Voltaço atrasaram e muito a preparação do time. Agora o técnico Toninho Andrade corre contra o tempo para montar um time para o Voltaço estrear no cariocão de 2019 – contra o Fluminense, no dia 19 ou 20. Sorte dele é que a diretoria contratou oito reforços: os laterais Rossales e Elivelton; o zagueiro Heitor; os meias Alyson e Douglas Lima; e os atacantes Wandinho, Renan Gorne e João Carlos. “É com eles que eu vou”, deve estar pensando.

 

Afinal, são bons ou não? A preocupação é por causa do que ocorreu em 2018, quando os dirigentes decidiram economizar uns trocados para a disputa do estadual e o time só não foi rebaixado por uma jogada no tapetão, que terminou com a queda do Macaé por uso irregular de um jogador em várias partidas do campeonato. O que o torcedor espera é que os erros do ano passado não se repitam e que o Volta Redonda tenha um time forte para voltar a ser a quinta força do futebol carioca.

 

O tricolor de aço realizou até agora quatro jogos-treinos. No primeiro, derrotou o Resende por 3 a 2; depois, jogou contra a Cabofriense e perdeu por 3 a 0, em um ‘jogo’ marcado por muitas reclamações, mesmo que nada valesse. O último foi contra o Bangu, que terminou em 1 a 1. Na quinta, 3, venceu o flamengo da Bahia por 3 a 0. Hoje, sábado, 5, faz mais um jogo-treino contra o Tupy, em Juiz de Fora. Se tudo der certo, o Voltaço ainda vai enfrentar o Taubaté (dia 9) e o Madureira (dia 12), antes da estreia contra o Fluminense.

 

Aliás, há de se considerar, como sempre, que a preparação dos grandes clubes também é problemática. É a corrida contra o tempo. Quem viver verá!          

 

Reforçando

Apesar de ter contratado 8 reforços, o Voltaço investiu menos que os clubes do seu nível. O Bangu, por exemplo, contratou 13 jogadores; o Boavista e Cabofriense, 10 cada um; o Madureira se reforçou com 18 ‘craques’ e a Portuguesa com 15. Quer saber mais? O América e o Americano contrataram 13; o Goytacaz não deixou por menos e buscou 21. O Macaé, da lambança, arrumou 15, o Nova Iguaçu, 10 e o Resende, isso mesmo, nosso time vizinho, contratou só 20 reforços, quase dois times inteiros.

 

Copinha

O Voltaço estreou ontem, sexta, 4, na Copa Cidade de São Paulo de Futebol Júnior enfrentando o Paraná. Os próximos jogos serão na segunda, 7, contra a Portuguesa, às 21h15min. Na quinta, 10, às 15 horas, pega o Santo André, encerrando a primeira fase.

 

Dedé

A diretoria do Voltaço torce para que o zagueiro voltarredondense seja negociado para o Flamengo ou para o exterior. Isso porque o clube terá direito a um troco por ser o clube formador do atleta. Dedé não deseja sair do Cruzeiro, mas o grupo de investidores que comprou seu passe ao Vasco pressiona os cruzeirenses a aceitarem a proposta do Mengão, de R$ 35 milhões, pelo craque. 

História

Essa é do saudoso locutor olímpico Paulo Miranda, da Rádio do Comércio. Conta que nas décadas de 50 e 60 as transmissões esportivas eram uma verdadeira ‘aventura’. Os recursos técnicos para se fazer um jogo no Maracanã, por exemplo, eram parcos. Naquela época, o serviço de telefonia era fornecido pela CTB (Companhia Telefônica Brasileira), que instalava somente uma linha de transmissão. Não havia linha de retorno, que permitia ao narrador saber se o som estava chegando ou não nos estúdios. Segundo Miranda, o esquema funcionava assim: o operador de externa montava uma maleta de transmissão numa cabine do Maracanã. O locutor contava de um a 50 e disparava a narrar a partida, sem saber se estava ou não no ar. Muitas vezes, a equipe chegava em Barra Mansa e tinha a triste notícia: “lamentavelmente não houve a transmissão”. É mole?

Falecimento

Foi sepultado na quarta, 2, em Barra Mansa, o corpo do engenheiro José Nascimento de Oliveira. Nascimento, como era conhecido, tinha 72 anos e não estava bem de saúde. Ele era um grande desportista, fã número 1 do Siderantim, onde ocupou quase todos os cargos do clube, chegando a ser presidente por três mandatos, nas décadas de 80 e 90. Descanse em paz! 

Riquelme

O garoto de 16 anos, uma das joias da base do Vasco e que é de Barra Mansa, vem sendo monitorado pelo Benfica (de Lisboa) desde que viu o jogador defendendo a seleção sub17 nos Estados Unidos. O lateral esquerdo despertou até o interesse do Paris Saint Germain. O detalhe é que Riquelme já assinou contrato com a NN Consultoria, empresa de Neymar. Outro garoto da região que vem brilhando, com camisa do Vasco, é o atacante Marllone, 18 anos, que é de Volta Redonda. Não demora muito e será negociado, alguém duvida?

Seleção do rádio

Você, torcedor, pode continuar sabendo das notícias do esporte acessando o nosso site “equipeselecaodoradio” para ouvir a equipe de esportes da extinta Rádio do Comércio com todos os seus componentes. Em breve faremos transmissões pelas rádios web da Comércio e da Web equipe seleção do rádio e FM 87,5 e Destaque Popular Online.

Bola fora

Para todas as mazelas que o esporte brasileiro viveu em 2018. Que sejam enterradas e que não se repitam mais. Principalmente, as arbitragens.

Bola dentro

Para o time sub20 do Voltaço, que mais uma vez disputa a Copa Cidade de São de Futebol Júnior. Em 2018 conseguiu um fato inédito, que foi passar para a segunda fase. Quem sabe este ano não vai mais longe? Tá valendo!

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