Jornal Aqui - Volta Redonda - Barra Mansa

Terça-Feira, 12 de Dezembro de 2017
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Publicado em 03/07/17, às 10:57

Bate Bola – Sérgio Luiz

Sinal de alerta ligado

Todo mundo sabe que o principal objetivo do Voltaço era permanecer na série C do Brasileirão. Porém, com o decorrer da competição, o time deu mostras de que poderia se classificar para a série B de 2018. Entretanto, os últimos resultados levaram os seus dirigentes a ligar o sinal de alerta. Os empates contra o Bragantino (1 a 1) e Ypiranga (0 a 0) e a derrota para o Mogi Mirim (2 a 1) provam que o time vem caindo de produção. Já não apresenta o bom futebol das primeiras rodadas e, depois de liderar o grupo C, ocupa atualmente a 3ª posição com 11 pontos. Um ponto atrás do líder Botafogo-SP e do 2º colocado, o São Bento. Quais seriam as razões? Diríamos que são motivadas por contusões, suspensões e até a saída de alguns jogadores. Até mesmo o bom clima que existia entre o grupo passa a ser questionado diante de reclamações e discussões durante os jogos e treinamentos. O incidente entre Dija e Luan, que quase saíram no tapa, mostra que o ambiente está afetado. 

Mas não é hora de se desesperar. Afinal, o primeiro turno ainda não terminou. O Voltaço precisa voltar a jogar futebol, ganhar em casa e, se possível, arrancar alguns empates quando for jogar no campo dos adversários. Isso se quiser conquistar seus objetivos.  Quem viver verá!

 

Adversário

O Voltaço joga neste sábado, 1º, em Juiz de Fora, contra o Tupi. O Voltaço ocupa a 3ª colocação, com 11 pontos, e o time carijó está em 7º lugar, com 9 pontos. No próximo sábado, 8, o Volta Redonda fecha sua participação no primeiro turno jogando contra o São Bento no Raulino de Oliveira.

 

Êxodo

Mais um jogador deixa o Voltaço em plena disputa do Brasileirão. Depois de Cristiano e Alan Cariús, chegou a vez de Felipe Augusto, que vai jogar no Paraná Clube. Detalhe: os dirigentes não revelaram o valor da multa rescisória que o clube paranaense pagou para levar o atacante.  O certo é que isso quebra qualquer esquema tático. 

 

História

Essa quem me lembra é o repórter Carlos Rocha, da Rádio do Comércio. Na década de 80, o Voltaço foi jogar em São Januário, bem ao lado da favela da Barreira do Vasco. O treinador era o saudoso Alfredo Gonzalez, campeão pelo Bangu em 1966. Antes do jogo, Gonzalez passou uma orientação para um atacante, recém contratado, que tinha o apelido de Rubão, que na concentração tinha ouvido estórias sobre a favela.  O treinador o chamou: “Garoto, quando tiver uma falta próximo da área, você entra na barreira do Vasco, ok?”. Rubão não conversou e devolveu: “Não vou entrar lá na Barreira do Vasco nem que a vaca tussa. Pode me barrar, professor”. É mole!

 

Barra Mansa

Apesar dos esforços dos jogadores, o Leão continua sem vencer. Depois de empatar com o Audax, em Angra dos Reis, por 2 a 2, perdeu na quarta, 28, para o Barcelona, por 3 a 2, jogo realizado na Rua Bariri. Detalhes: no jogo em Angra, nenhum dirigente deu as caras. Nem em time amador acontece isso, sem falar que o time sub20 já perdeu duas partidas por WO, castigo determinado pela Federação que não recebeu o ‘dim-dim’ que o clube tinha que pagar. Receber, recebeu, mas eram cheques sem fundo, depois devidamente resgatados. Tá feia a coisa para o Leão. 

 

LDVR

A segunda rodada do Master 50 apresenta os seguintes jogos: Coroados e Novo Mundo, na Água Limpa; Asa Negra e Galera, no Santo Agostinho; Volta Grande e Aero, no Volta Grande; e, Siderlândia e Tocantins, no Siderlândia. Todos serão disputados hoje, sábado, 1º, a partir das 9 horas. Hoje também o Master 40 terá sua primeira rodada, com os seguintes jogos: São Geraldo e São Carlos, na Vila São Geraldo; e Retiro e Flamengo da Vila Americana, no Cipozão. Ambos às 15 horas.

 

Bola fora

Para a forma como os repórteres são tratados no Centro de Treinamento do Voltaço.  Fica a impressão de que querem esconder alguma coisa. Lamentável!

 

Bola dentro

Para os jogadores do Barra Mansa, que apesar das dificuldades (sem campo, sem salários, sem alimentação correta) conseguem superar tudo e honram a camisa do Leão. Mereciam coisa melhor.

 

Varandão da saudade

Olha a rapaziada do time da diretoria do Aero Clube, em maio de 1989. Pertence ao acervo do Odil Schiavo.

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Em pé da esquerda para a direita: Cassim, Odil, Molinha, Luciano, Zé Luiz de Sá, Toti e Daso. Agachados: Washington, Zé Geraldo, Carlinhos, Renato, Almir e Tiãozinho.

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